esse brogui não é visitado por mais de meia dúzia de pessoas, mas é a essas que faço um esclarecimento que falta.
O QUE?
o espelho surgiu da cabeça duns caras (Reinaldo e Bruno). a 1ed foi feita em uma tarde, no Word e muito precariamente. imprimimos e o Cidão tirou umas xérox pra gente. bacana, entregamos alguns... quem leu disse que gostou. mas aquele foi o início, primeiro passo da criança-espelho. uma criança-espelho-beat-depressiva. niilista e descontente, porém um tanto passiva e contemplativa.
começamos a pensar na 2ed e nem 10 pessoas haviam lido a 1... tudo bem... fizemos a 2, mais incisiva e sarcástica. niilista e descontente, porém, dando seu primeiro pitéco na agressividade. a 2ed nunca foi impressa.
após a 2ed não lançada, fizemos a comu no ocruti e o brogui. quase um ano se passara da 1ed. que porra! mas os pensamentos não ficaram parados e isso poderá ser visto na 3ed, que está no forno. o que posso antecipar do espelho 3ed é que vai ser impresso, 8 páginas, projeto gráfico mais elaborado (bendito photoshop!) e textos nada convenientes à olhos sujos.
a palavra de ordem é ABSURDO. o que não é absurdo? o absurdo já nos passa desapercebido, e só pra citar exemplos corriqueiros e mais recentes, um avião, em terra pegou fogo e todos morreram (não se lembrava mais?), pois é, e o nosso ilustríssimo presidente, em uma conferencia de prevenção ao alcoolismo, na Jamaica, disse que se o mundo descobrisse a cachaça brasileira, o wiskey perderia mercado. quer mais? olhe ao redor e olhe para si mesmo, e perceba o absurdo. o espelho reflete o absurdo.
outra característica, é a contemporaneidade. percebemos que nas duas primeiras ed. estávamos muito presos num lance beat, de certa forma romântico e amargurado. após muitas reviravoltas, sacamos que a amargura, tristeza e descontentamento poderiam ser expressas de uma forma mais condizente com nossas condições de sobreviventes da contemporaneidade. descobrimos uma certa "estética" do absurdo e nos entregamos à um sarcasmo niilista. afinal, bem melhor rir da própria desgraça e se entregar a ela do que lamenta-la e chorar impotentemente. o espelho está em constante movimento.
PORQUE?
o espelho tem a intenção de ser uma publicação impressa. por mais adepto do mundo virtual que sejamos, não há nada como papel na mão. por isso a comu e o brogui, forma criados com o intuito de interação e divulgação de novidades, mas infelizmente não estão sendo usados para isso... em breve serão; não com muita irresponsabilidade.
os problemas relativos a uma publicação impressa resume-se a um caractere - $. primeiro pra impressão e depois distribuição. a distribuição nós damos um jeito sem grana mesmo, mas o foda é a impressão.
por isso, o lance é esperar até que todos tenham uma merréca na mão pra imprimirmos. (alguém conhece uma gráfica barata? também aceitamos doações, dinheiro, ervilhas em lata, pinga, revistas pornô, vibradores, etc.)
COMO.
O Espelho é uma publicação de arte marginal, porém, com critérios. tenho recebido algumas "críticas" pelo fato de não publicarmos determinadas coisas. pense bem, se formos publicar tudo o que nos aparece, lançaríamos uma lista telefônica. e tem outra coisa, o espelho tem um conceito. pretende passar uma idéia (é?). os textos que nos chegam passam pelos editores (Reinaldo e Bruno) e pela revisora (Helen Karina) então entramos num consenso. não significa que o que não foi publicado não é bom, só não se encaixa ao conceito ou mesmo porque não tem espaço.
quem quer participar é bem vindo, existem diversas formas de participação, mas mesmo nós sendo libertários etc. e tal. não vamos publicar tudo que nos aparece. vou disponibilizar alguns textos para download que explicam melhor as idéias do espelho, 'idéias' não é o melhor termo, mas, enfim...
agora, a equipinico do espelho deseja a todos uma bela fodessão no cu!
O QUE?
o espelho surgiu da cabeça duns caras (Reinaldo e Bruno). a 1ed foi feita em uma tarde, no Word e muito precariamente. imprimimos e o Cidão tirou umas xérox pra gente. bacana, entregamos alguns... quem leu disse que gostou. mas aquele foi o início, primeiro passo da criança-espelho. uma criança-espelho-beat-depressiva. niilista e descontente, porém um tanto passiva e contemplativa.
começamos a pensar na 2ed e nem 10 pessoas haviam lido a 1... tudo bem... fizemos a 2, mais incisiva e sarcástica. niilista e descontente, porém, dando seu primeiro pitéco na agressividade. a 2ed nunca foi impressa.
após a 2ed não lançada, fizemos a comu no ocruti e o brogui. quase um ano se passara da 1ed. que porra! mas os pensamentos não ficaram parados e isso poderá ser visto na 3ed, que está no forno. o que posso antecipar do espelho 3ed é que vai ser impresso, 8 páginas, projeto gráfico mais elaborado (bendito photoshop!) e textos nada convenientes à olhos sujos.
a palavra de ordem é ABSURDO. o que não é absurdo? o absurdo já nos passa desapercebido, e só pra citar exemplos corriqueiros e mais recentes, um avião, em terra pegou fogo e todos morreram (não se lembrava mais?), pois é, e o nosso ilustríssimo presidente, em uma conferencia de prevenção ao alcoolismo, na Jamaica, disse que se o mundo descobrisse a cachaça brasileira, o wiskey perderia mercado. quer mais? olhe ao redor e olhe para si mesmo, e perceba o absurdo. o espelho reflete o absurdo.
outra característica, é a contemporaneidade. percebemos que nas duas primeiras ed. estávamos muito presos num lance beat, de certa forma romântico e amargurado. após muitas reviravoltas, sacamos que a amargura, tristeza e descontentamento poderiam ser expressas de uma forma mais condizente com nossas condições de sobreviventes da contemporaneidade. descobrimos uma certa "estética" do absurdo e nos entregamos à um sarcasmo niilista. afinal, bem melhor rir da própria desgraça e se entregar a ela do que lamenta-la e chorar impotentemente. o espelho está em constante movimento.
PORQUE?
o espelho tem a intenção de ser uma publicação impressa. por mais adepto do mundo virtual que sejamos, não há nada como papel na mão. por isso a comu e o brogui, forma criados com o intuito de interação e divulgação de novidades, mas infelizmente não estão sendo usados para isso... em breve serão; não com muita irresponsabilidade.
os problemas relativos a uma publicação impressa resume-se a um caractere - $. primeiro pra impressão e depois distribuição. a distribuição nós damos um jeito sem grana mesmo, mas o foda é a impressão.
por isso, o lance é esperar até que todos tenham uma merréca na mão pra imprimirmos. (alguém conhece uma gráfica barata? também aceitamos doações, dinheiro, ervilhas em lata, pinga, revistas pornô, vibradores, etc.)
COMO.
O Espelho é uma publicação de arte marginal, porém, com critérios. tenho recebido algumas "críticas" pelo fato de não publicarmos determinadas coisas. pense bem, se formos publicar tudo o que nos aparece, lançaríamos uma lista telefônica. e tem outra coisa, o espelho tem um conceito. pretende passar uma idéia (é?). os textos que nos chegam passam pelos editores (Reinaldo e Bruno) e pela revisora (Helen Karina) então entramos num consenso. não significa que o que não foi publicado não é bom, só não se encaixa ao conceito ou mesmo porque não tem espaço.
quem quer participar é bem vindo, existem diversas formas de participação, mas mesmo nós sendo libertários etc. e tal. não vamos publicar tudo que nos aparece. vou disponibilizar alguns textos para download que explicam melhor as idéias do espelho, 'idéias' não é o melhor termo, mas, enfim...
agora, a equipinico do espelho deseja a todos uma bela fodessão no cu!
1 comentários:
Parece com o meu zine, o Atroz do Brasil... Não é primeiro que faço, mas é o primeiro que passa da primeira edição! E nem 10 pessoas leram!
Fiquei curioso e quero até ler O Espelho, nem que seja só pra aumentar a divulgação!
A proposta é arte politicamente ou filosoficamente engajada, só que cada colaborador é de um ramo político ou filosófico diferente, o que gera uma suruba contraditória total!
Aliás, se tiver tempo, dá uma sacada no blog http://fdcfdc.blogspot.com ou http://ercg.blogspot.com, são as preliminares dos textos que saem no zine... Só que não dá pra incluir as figuras, os quadrinhos, e as partituras de música tosca, dá muuuuuito trabalho!
Postar um comentário